Em ocasião talvez eu me submeteria à qualquer mandamento. A primeira palavra que chegasse aos meus ouvidos seria suficientemente válida a me preencher. Eu busquei incessantemente qualquer coisa que brotasse nesta infertilidade toda. Infertilidade total: pensamentos, ações, dizeres e sentidos. A coragem colocada à prova. A imensidão de fadigas acumuladas. O acúmulo de morais as quais, por fim, se resumem a nada. E ontem eu estive, mais uma vez, observando cores e diferentes jardins. Observando pessoas e suas faltas - principalmente a falta de vida. Tanta vida perdida, tanta vida desperdiçada, tanta vida que lhes faltam! O jardim com certeza tem mais vida. O jardim tem cores. Pessoas são palidamente cruéis e desformes. Não há tempo que desforme-as mais do que a elas mesmas. Por acreditarem cegamente no sentido acabam por perderem a direção. Questionam umas às outras onde está o porquê. Mas elas nunca mereceram saber e, muito embora vivam, não fazem parte da vida. Ao menos não como as flores dos jardins.
Wow, the fact that Google has so roughly translated this leaves me wondering if that is exactly what you were thinking or am I puzzling the meaning out wrong. Either way, pretty dark write up. Fades in very properly with the background.
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