quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Como se subitamente toda a vontade de abrir a janela numa manhã de sol desaparecesse. Como se todas as rosas já não fossem mais vermelhas. Nem azuis. Já não seriam mais rosas. Como se nascessem murchas. Se toda a folha que caísse no chão sentisse seu peso sobre si e se destruísse lentamente. Os passáros não cantam. Só há o silêncio. O vazio cheio de dimensões que te impulsionam a enxergar uma série de caminhos aos quais você já percorreu. Vivendo uma história já narrada. Tudo premeditadamente insuportável. Eu já estava morta há muito tempo.
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